Estou agora no Veganagente

Galera, as pérolas carnistas respondidas, as dicas de dia-a-dia veg(etari)ano e os textos carnistas respondidos agora estão sendo postados no Veganagente:

http://veganagente.consciencia.blog.br/

Vegetariano da Depressão estava numa fórmula já desgastada e repetitiva, as sugestões de renovação do conteúdo não chegavam, e nem as contribuições com depoimentos e novas pérolas vinham mais. O Veganagente traz essa renovação de que se estava carente aqui.

Vou postar lá, uma vez por semana, nos sábados, lotes de dez pérolas carnistas, e as reporcariagens e textos idiotas devidamente respondidos vão sendo postados à medida que eu os encontre flutuando pela web.

Então nos vemos no Veganagente!


Veganos lotam shows de rodeios, né mesmo? ¬¬’

Veganos lotam shows de rodeios, né mesmo? ¬¬’


E no dia 10/12, Dia Mundial dos Direitos Humanos, vou ao centro da cidade torturar alguns mendigos.

E no dia 10/12, Dia Mundial dos Direitos Humanos, vou ao centro da cidade torturar alguns mendigos.

Oi, onde voce compra suplementos e coisas tipo Leite de amendoa, pó de proteína, etc?

Olá. Simplesmente nunca comprei essas coisas.


Afinal, eu já ajo como um nazista em relação aos animais mesmo, apoiando que sejam escravizados, mutilados, torturados e mortos em nome do meu prazer…

Afinal, eu já ajo como um nazista em relação aos animais mesmo, apoiando que sejam escravizados, mutilados, torturados e mortos em nome do meu prazer…


E o carnismo é tão homofóbico, preconceituoso e estúpido…

E o carnismo é tão homofóbico, preconceituoso e estúpido…


Tão chato quanto ter amigos que combinam eventos envolvendo carne baseados na “unanimidade menos você” é você ser o único vegetariano da turma da faculdade ou do colégio e essa sua turma também ser adepta da “unanimidade menos você”, da ditadura da maioria. E, baseados nisso, marcarem confraternizações em churrascos - e excluírem você da parada.

Aí eu parafraseio, com adaptações, o que eu tinha falado sobre os amigos que fazem happy-hour em rodízios de carne:

Aí, das duas uma: ou você se exclui dessas confraternizações, correndo o risco de se tornar um integrante de segunda classe da turma, aquele que está mais isolado e menos por dentro dos babados da galera, ou vai aos churrascos e se sujeita a tudo quanto é brincadeirinha antiamistosa, mesmo sem você falar um piu sobre vegetarianismo: provocações tentadoras (do tipo “picanha suculenta, que delícia”), piadinhas alfacistas, gozações, criancices do tipo repetir nomes de tipos de carne bovina…

(E isso piora pelo fato de a maioria não ser amiga, mas sim apenas colega. Isso dobra o risco e a quantidade de escrotices que a galera irá aprontar contra você)

E isso porque eu não falei da “tarefa de Hércules” que é ver na grelha e nos pratos da turma aqueles pedaços mutilados que um dia foram músculos de animais que queriam mais estar vivos e livres mas foram sujeitados a uma vida inteira de escravidão, mutilações, sofrimento e negação de qualquer direito. Você acaba tendo que fazer algo simplesmente insuportável: reprimir dentro de si toda e qualquer imagem mental de animais sofrendo, sendo roubados de suas mães e amputados (nos chifres, no bico, na cauda, nas tetas, nos dentes, nos testículos), sentindo a agonia do caminhão de carga-viva e da proximidade da morte sangrenta no matadouro. Não é nem falar pros seus colegas dessas coisas, mas reprimi-las dentro de você, de modo a tentar não ficar com nojo ou compadecimento por todos que morreram pra que esse churrasco fosse realizado!

Nesse caso, fica difícil saber como lidar com a situação. Se for uma turma alienada em relação ao que você talvez fale de vez em quando sobre consumo de carne, aí é complicado até de sugerir alternativas comemorativas à galera. E, como a maioria não é amiga propriamente dita, mas sim apenas colega, a complicação em você tentar fazê-los entender sua situação é elevada ao quadrado.

Aí, na minha opinião, não sobra outra alternativa a não ser recusar ir a esses eventos. Vai ser quase a mesma coisa de você não poder ir por causa de um compromisso ou porque ficou doente. Procure então, se você fizer questão de ser bem enturmado, tentar ser mais próximo da turma em ocasiões não alimentares.

Mas, no final das contas, se você tem amigos verdadeiros na turma, perceba que eles não serão menos amigos seus por você recusar ir a confraternizações regadas a carnes.

Tão chato quanto ter amigos que combinam eventos envolvendo carne baseados na “unanimidade menos você” é você ser o único vegetariano da turma da faculdade ou do colégio e essa sua turma também ser adepta da “unanimidade menos você”, da ditadura da maioria. E, baseados nisso, marcarem confraternizações em churrascos - e excluírem você da parada.

Aí eu parafraseio, com adaptações, o que eu tinha falado sobre os amigos que fazem happy-hour em rodízios de carne:

Aí, das duas uma: ou você se exclui dessas confraternizações, correndo o risco de se tornar um integrante de segunda classe da turma, aquele que está mais isolado e menos por dentro dos babados da galera, ou vai aos churrascos e se sujeita a tudo quanto é brincadeirinha antiamistosa, mesmo sem você falar um piu sobre vegetarianismo: provocações tentadoras (do tipo “picanha suculenta, que delícia”), piadinhas alfacistas, gozações, criancices do tipo repetir nomes de tipos de carne bovina…

(E isso piora pelo fato de a maioria não ser amiga, mas sim apenas colega. Isso dobra o risco e a quantidade de escrotices que a galera irá aprontar contra você)

E isso porque eu não falei da “tarefa de Hércules” que é ver na grelha e nos pratos da turma aqueles pedaços mutilados que um dia foram músculos de animais que queriam mais estar vivos e livres mas foram sujeitados a uma vida inteira de escravidão, mutilações, sofrimento e negação de qualquer direito. Você acaba tendo que fazer algo simplesmente insuportável: reprimir dentro de si toda e qualquer imagem mental de animais sofrendo, sendo roubados de suas mães e amputados (nos chifres, no bico, na cauda, nas tetas, nos dentes, nos testículos), sentindo a agonia do caminhão de carga-viva e da proximidade da morte sangrenta no matadouro. Não é nem falar pros seus colegas dessas coisas, mas reprimi-las dentro de você, de modo a tentar não ficar com nojo ou compadecimento por todos que morreram pra que esse churrasco fosse realizado!

Nesse caso, fica difícil saber como lidar com a situação. Se for uma turma alienada em relação ao que você talvez fale de vez em quando sobre consumo de carne, aí é complicado até de sugerir alternativas comemorativas à galera. E, como a maioria não é amiga propriamente dita, mas sim apenas colega, a complicação em você tentar fazê-los entender sua situação é elevada ao quadrado.

Aí, na minha opinião, não sobra outra alternativa a não ser recusar ir a esses eventos. Vai ser quase a mesma coisa de você não poder ir por causa de um compromisso ou porque ficou doente. Procure então, se você fizer questão de ser bem enturmado, tentar ser mais próximo da turma em ocasiões não alimentares.

Mas, no final das contas, se você tem amigos verdadeiros na turma, perceba que eles não serão menos amigos seus por você recusar ir a confraternizações regadas a carnes.


TETESTO gente que acha que culinária vegana = soja.

TETESTO gente que acha que culinária vegana = soja.


1. O artigo em questão é esse aqui.
2. Essa questão da alimentação desbalanceada me inspira a algumas evidências-anedota que eu juro que são provas cabais de que o vegetarianismo não é saudável.
3. O valor biológico, então, é uma prova de que meu conhecimento de Nutrição é ruim e defasado, afinal não conheço a PDCAAS como forma de atestar a qualidade proteica dos alimentos.
4. No que concerne à tortu… digo, experiência com ratos, sou totalmente favorável. Afinal, os fins justificam os meios, e vale tudo, inclusive escravizar, aprisionar, torturar e matar animais e manter seres humanos reféns do instinto de sobrevivência que os obriga a abrir exceções éticas, pra garantir os interesses da indústria farmacêutica, mesmo que a vivissecção falhe tanto. Cientistas fazem isso por necessidade, mesmo que isso implique a manutenção de uma postura conservadora e especista em relação às possibilidades de avanço na metodologia das ciências biológicas experimentais.
5. E que ética é essa de usar falácias do espantalho pra difamar e caluniar veganos?

1. O artigo em questão é esse aqui.

2. Essa questão da alimentação desbalanceada me inspira a algumas evidências-anedota que eu juro que são provas cabais de que o vegetarianismo não é saudável.

3. O valor biológico, então, é uma prova de que meu conhecimento de Nutrição é ruim e defasado, afinal não conheço a PDCAAS como forma de atestar a qualidade proteica dos alimentos.

4. No que concerne à tortu… digo, experiência com ratos, sou totalmente favorável. Afinal, os fins justificam os meios, e vale tudo, inclusive escravizar, aprisionar, torturar e matar animais e manter seres humanos reféns do instinto de sobrevivência que os obriga a abrir exceções éticas, pra garantir os interesses da indústria farmacêutica, mesmo que a vivissecção falhe tanto. Cientistas fazem isso por necessidade, mesmo que isso implique a manutenção de uma postura conservadora e especista em relação às possibilidades de avanço na metodologia das ciências biológicas experimentais.

5. E que ética é essa de usar falácias do espantalho pra difamar e caluniar veganos?


Nada melhor do que a pessoa te dar um copo de chope e um minuto depois meter água nele.

Nada melhor do que a pessoa te dar um copo de chope e um minuto depois meter água nele.


Vamos criar uma fanpage que mostre como carnistas são estúpid… Eita, já existe =D

Vamos criar uma fanpage que mostre como carnistas são estúpid… Eita, já existe =D


Seu amigo tem uma notícia “muito importante” pra te dizer: ele voltou a tomar leite. Deixou a ética de lado e passou a consumir leite com pus e gordura nojenta, fruto do estupro (que também inclui inseminação artificial forçada) de vacas, da desmama forçada delas - quando seus filhos são roubados delas, pra desespero de mães e filhos.

Às vezes acontece porque ele sentiu saudade de consumir bolos não veganos, iogurtes, sorvetes, pizzas e por aí vai. Mas também pode ser que ele tenha voltado a tomar leite por indução do nutricionista carnista. Ou então por não ter aguentado a exclusão social, vide falta de restaurantes, lanchonetes, pizzarias, sorveterias e festas de aniversário que admitam a existência de vegetarianos estritos e veganos.

De toda forma, evite atacá-lo, julgá-lo porque ele voltou a tomar leite. Pelo contrário, converse direitinho, tentando entendê-lo e esclarecendo sobre as atrocidades que existem na produção de leite. Ele pode não saber do que existe nos bastidores da pecuária leiteira - e ter parado temporariamente de consumir leite e derivados por motivos de saúde.

Pessoas se tornam vegetarianas estritas/veganas não por serem criticadas, julgadas, esculachadas. Mas sim por conscientização - pelas mais diversas maneiras possíveis.

Seu amigo tem uma notícia “muito importante” pra te dizer: ele voltou a tomar leite. Deixou a ética de lado e passou a consumir leite com pus e gordura nojenta, fruto do estupro (que também inclui inseminação artificial forçada) de vacas, da desmama forçada delas - quando seus filhos são roubados delas, pra desespero de mães e filhos.

Às vezes acontece porque ele sentiu saudade de consumir bolos não veganos, iogurtes, sorvetes, pizzas e por aí vai. Mas também pode ser que ele tenha voltado a tomar leite por indução do nutricionista carnista. Ou então por não ter aguentado a exclusão social, vide falta de restaurantes, lanchonetes, pizzarias, sorveterias e festas de aniversário que admitam a existência de vegetarianos estritos e veganos.

De toda forma, evite atacá-lo, julgá-lo porque ele voltou a tomar leite. Pelo contrário, converse direitinho, tentando entendê-lo e esclarecendo sobre as atrocidades que existem na produção de leite. Ele pode não saber do que existe nos bastidores da pecuária leiteira - e ter parado temporariamente de consumir leite e derivados por motivos de saúde.

Pessoas se tornam vegetarianas estritas/veganas não por serem criticadas, julgadas, esculachadas. Mas sim por conscientização - pelas mais diversas maneiras possíveis.


E carnistas como eu acham aceitável usar falácias do espantalho ridículas pra expressar preconceito contra a alimentação vegetariana.

E carnistas como eu acham aceitável usar falácias do espantalho ridículas pra expressar preconceito contra a alimentação vegetariana.


Afinal, imitar com vegetais derivados de carne tem tudo a ver com questões éticas e me dá o direito de me meter na alimentação deles. São tão patéticos que me inspiram a patetice de criticar algo de foro íntimo que não tem o que ser criticado. E ainda me fazem lhes exigir perfeição com um belo dicto simpliciter.

Afinal, imitar com vegetais derivados de carne tem tudo a ver com questões éticas e me dá o direito de me meter na alimentação deles. São tão patéticos que me inspiram a patetice de criticar algo de foro íntimo que não tem o que ser criticado. E ainda me fazem lhes exigir perfeição com um belo dicto simpliciter.


A cada linha desse textosco, minha alienação, meu ódio contra veganos, meu vício de carne, meu egoísmo, minha repressão a qualquer impulso altruísta e empático de respeito aos animais, crescem até me dar fome de comer uma carne sangrenta derivada de matadouros que mais parecem cenários de terror gore.

A cada linha desse textosco, minha alienação, meu ódio contra veganos, meu vício de carne, meu egoísmo, minha repressão a qualquer impulso altruísta e empático de respeito aos animais, crescem até me dar fome de comer uma carne sangrenta derivada de matadouros que mais parecem cenários de terror gore.